terça-feira, 18 de maio de 2010

Já temos sinal da OBR

Uma das competições mais esperadas nacionalmente, a Olímpiada Brasileira de Robótica já lançou o site versão 2010. E mesmo a competição sendo no segundo semestre, as datas mais importantes já foram lançadas.
No site também está a disposição o regulamento das provas teórica, duathlon e prática. Na Teórica, o regulamento não mudou, já na Duathlon e na Prática sim, na duathlon os alunos que já participaram do nacional ou estão participando da prática, poderão fazer a prova, mas não poderão se classificar para a etapa nacional. Na prática deixamos de ter o sumô, será uma prova cheia de desafios, que só serão revelados no dia do campeonato, essa mudança foi feita para que nimguem interfira no trabalho da equipe, com isso igualando mais os nível dos competidores.

Para mais informações consultem o site abaixo:
http://www.obr.org.br

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Primeiro semestre de 2010 sem competições

O primeiro semestre de 2010 está sendo um balde de água fria para as equipes escolares que participam de campeonatos de robótica. Principalmente para as equipes do eixo Norte-Nordeste.

Não há previsão para realizações de torneios regionais da FLL nessas regiões e a maior parte das equipes terá que assistir de longe a realização das regionais Sul-Sudeste. Uma ausência lastimável, inclusive pelos bons resultados demonstrados por equipes nordestinas nos últimos anos, em diversas competições.

A OBR atrasou sua divulgação, mas parece que em breve poderemos trazer novidades. A competição mesmo só ocorrerá no segundo semestre, mas é importante utilizar esse tempo na preparação das equipes, que deverão enfrentar novos desafios.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A Apple chega com o mais novo iPad

Apple lançou o iPad, o mais novo produto de alta tecnologia para competir com os laptops. O iPad é o tablet da Apple, ele é é praticamente um iPhone gigante, fino, leve, boa bateria, bluetooth, microfone, WiFi, tecnologia 3G, touch screen e com a capacidade de suportar jogos de alta qualidade. Sua capacidade chega a 64 Gb, mesmo com seu pequeno tamanho! Seu preço de lançamento é de 499 a 829 dollars!

Specs:

- Tela de 9.7 polegadas
- Multitouch
- Super fino e leve
- 1Ghz Apple A4 chip
- Capacidade: 16Gb, 32Gb, 64Gb
- + de 10 horas de bateria
- 3G e Wi-fi



terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Doutor robô, do Jornal da Ciência

O Jornal da Ciência, através do JC e-mail de 12 de janeiro de 2010, esta matéria interessantíssima, que segue:


Eles não sabem diferenciar um fígado de um rim, uma tíbia de um fêmur, mas estão facilitando muito o trabalho de cirurgiões e melhorando a qualidade de vida de pacientes.

Com os robôs e seus "primos", os navegadores, as operações agora são pouco invasivas e mais precisas, especialmente em casos de difícil acesso, como próstata, cabeça e pescoço, ginecologia e implantes em ortopedia. No Brasil, eles ainda são poucos, mas, ainda este ano, pelo menos um deles deve começar no serviço público, no Instituto Nacional de Câncer (Inca).

É no câncer de próstata que os robôs são mais requisitados. Graças à sua ajuda, foi possível aumentar em 50% a chance de se preservar a potência sexual, o pior efeito da retirada do tumor. O risco de incontinência urinária também diminui com a mãozinha de máquinas como o Da Vinci. Isso porque suas pinças e braços fazem movimentos quase impossíveis para cirurgiões.

Nos Estados Unidos, a robótica representou em 2007, 2008 e 2009 cerca de 65%, 80% e 90% desses casos, diz Cassio Andreoni, professor e chefe da disciplina de urologia da Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e médico do Hospital Israelita Albert Einstein.

- Um estudo comparando 35 casos de cada uma das quatro técnicas de cirurgia de câncer de próstata (perineal, abdominal aberta, laparoscópica e robótica) mostrou que, com o robô, o paciente fica menos tempo sem dieta, internado (média de dois dias) e com sonda. E perde menos sangue: 300ml contra um litro na tradicional - comenta Andreoni, com 70 casos operados.

- Robôs podem ser usados ainda como auxiliares e instrumentadores.

Essas máquinas, que lembram aranhas, facilitam manobras repetitivas e difíceis. O médico controla os delicados movimentos num console com visor, e tem as imagens ampliadas em dez vezes. Assim aciona os quatro braços do robô, um deles com a câmera para imagens 3D, enquanto os outros seguram instrumentos cirúrgicos.

Mas os doutores de aço carecem de inteligência artificial, ou seja, se ocorrerem imprevistos é a equipe humana que resolve:

- Todo o mérito ou culpa é do cirurgião e de sua equipe. Apesar de ser mais confortável operar com o robô, não dá para relaxar. O cirurgião precisa de ótimo controle nas próprias mãos para guiar os braços do robô. E usar os pés para certos movimentos. É um maestro numa orquestra.

Custo com aparelho aumenta em 50%

A ajuda dos robôs têm sido de grande valia não só na urologia (maioria dos casos). Eles já atuam em cabeça e pescoço, retirada de parte do rim, área cardíaca (válvulas), endometriose, retirada de estômago, de tumores de pâncreas, fígado, pulmão e boca. Em alguns casos, em caráter experimental.

- Há pacientes que desconfiam quando sabem que serão operados com robô. Porém ele não faz nada sozinho, apesar de ser possível usá-lo à distância - diz o médico Sérgio Samir Arap, gerente do centro cirúrgico do Hospital Sírio-Libanês.

Segundo ele, o resultado é melhor, sem falar no custo benefício:

- Uma cirurgia de cabeça e pescoço, que durava quatro horas, agora pode ser feita em uma hora. Nesse caso, com o robô, o custo aumenta em quase R$ 5 mil, mas o paciente sai em dois dias, não usa placas etc.

Sua recuperação é melhor. Tanto que seguradoras de saúde já se interessam em pagar os procedimentos.

Porém o robô não resolve tudo, e, em alguns casos, atrapalha.

- Se o acesso ao órgão operado é mais fácil sem o robô, é melhor dispensá-lo - diz Arap.

Mesmo assim, o doutor robô chegou para ficar. Esta semana, urologistas da Universidade da Flórida usaram um deles para encurtar em 20 minutos o tempo de reversão de vasectomia.

E os espermatozoides voltaram mais rapidamente. Isso custou R$ 6 mil a mais em relação ao método de rotina. Para alguns médicos é desperdício de dinheiro. Polêmicas à parte, no Brasil, o Inca se prepara para comprar um robô. Se ele for bem, pode até ser contratado, ou melhor, comprado para o SUS
(Antônio Marinho)
(O Globo, 10/1)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Isaac Asimov: o homem por trás da ficção



Isaac Asimov é reconhecido como um dos três grandes autores de ficção científica, junto com Arthur C. Clarke e Robert Heinlein.

Asimov publicou 463 livros, a maioria de ficção científica. Certamente, foi Asimov o maior propagador da palavra "robô", comum em vários contos e obras suas.


De sua autoria, alguns contos e coletâneas se tornaram bastante famosos, como: 
- "Eu, robô"
- "O homem bicentenário"
- "Sonhos de robô"
- "Nós, robôs"
- "Visões de robôs"


Asimov também foi o autor das chamadas três leis da robótica:

  • 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
  • 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.
Posteriormente, no livro "Os Robôs do Amanhecer", apareceria uma nova lei: a 'Lei Zero':
  • 'Lei Zero': Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por omissão, permitir que ela sofra algum mal.
Asimov também publicou obras de divulgação científica, em uma linguagem popular, além de ser um divulgador do computador, quando ainda nem se pensava na exist6encia da internet, como temos hoje.

Muitas vezes, ao se referir em seus contos ao funcionamento de um robô, Asimov empregou o termo "cérebro positrônico". O título Vias positrônicas é uma homenagem a esse grande autor, que nos levou a refletir sobre o futuro da humanidade, para que pudéssemos construir um presente melhor.

Mais sobre Asimov:




 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Robô faxineiro faz sucesso no Japão


Para limpar 25 andares de um prédio sozinho - sem feriado, fim de semana ou férias - o funcionário precisa ser uma máquina...

No Japão, já existe um. Ele lembra um pouco um outro robô-famoso: o r2-d2 da série Guerra das Estrelas. Ainda não é capaz de ajudar os seres humanos a lutar contra vilões espaciais... Em compensação, deixa os corredores limpinhos e faz outras coisas bem espertas.

Quando termina de limpar um andar, o robô pega o elevador sozinho. Ele não precisa apertar o botão para chamar o elevador, como nós seres humanos fazemos. Para isso, usa sensores. Um em cima dele e outro na porta do elevador. É assim que ele avisa que está na hora de subir para outro andar e continuar o trabalho.

Logo depois que ele chama, o elevador aparece. O robô recebe a informação - pelo sensor - de que as portas estão abertas e entra. Não precisa de ajuda de ninguém.

Ele começa a trabalhar a uma da madrugada, quando o prédio está vazio e, completa o serviço em três horas. O robô-faxineiro é um dos primeiros de uma nova fase da robótica no Japão.

Antes os robôs eram mais comuns em fábricas, montando automóveis, por exemplo. Agora vieram para os escritórios e - em breve - vão desempenhar tarefas caseiras. Para isso precisam aprender a conviver conosco, sem nos machucar.

O faxineiro consegue perceber quando tem seres humanos no caminho. E, ao chegar perto, para. Só quando os colegas de escritório saem da frente, ele segue o trabalho.

O diretor da empresa disse que o prédio começou a usar robôs na limpeza há oito anos porque está cada vez mais difícil encontrar funcionários para esse tipo de serviço no Japão.

No ano que vem, ele vai ganhar um colega cibernético, que foi apresentado há duas semanas na feira de robótica de Tóquio. É uma versão menor e mais inteligente... Capaz de limpar entre as mesas - tarefa bem mais complicada por causa do espaço estreito.

Depois de limpar todos os corredores, o robô-faxineiro se desliga e - no dia seguinte - precisa de um empurrãozinho humano.

É levado para o depósito. Como todo o trabalhador, precisa recarregar as baterias para - no dia seguinte - voltar ao batente.

Vídeo mostra como fazer arte com o NXT

http://thenxtstep.blogspot.com/2009/11/nxt-timelapse-art.html

Esse vídeo bem legal, mostra que é sim possível fazer arte com robótica! É o NXT que cria as imagens com linhas e estrelas.


Ps: Não consegui o link do vídeo então ai está o link do post onde achei.

Série "Halo" volta em 2010













A série de video-games de ficção científica mais aclamada dos últimos anos volta em 2010 com "Halo: Reach"

O jogo em primeira pessoa da Micro$oft e da Bungie chega em seu 9º título. Após Halo, Halo 2, Halo Wars, Halo 3 e Halo 3: ODST, além das versões alternativas Halo Zero, Halo 2: Multiplayer Map Pack (tras 9 mapas para o multiplayer de Halo 2) e Halo Triple Pack (traz o Halo+Halo 2+Halo 2 Multiplayer Map Pack). Reach pode marcar o fim da série que pode ser jogada no PC e nos consoles da Microsoft.



Capas dos versões anteriores (Clique para ampliar):

Halo:






















Halo 2:























Halo Wars:























Halo 3:





















Halo 3: ODST
























Halo Triple Pack:

















Halo Zero:


Halo 2: Multiplayer Map Pack